2008
Hydronorth Reformula Sua Identidade Visual E Parte Para A Comunicação Direta Com O Consumidor De Tintas
A credibilidade da Hydronorth como empresa séria, que respeita seus colaboradores e valoriza a família, provando sua capacidade de gerir pessoas são valores desta empresa que transferem respaldo para um trabalho diferenciado no mercado de tintas e resinas: o desenvolvimento do conceito de bem-estar. “Ao fornecer soluções que tornam nossa casa mais agradável, mais segura estamos promovendo o bem-estar, a comodidade da família. O projeto de pintura está intrinsecamente ligado a este conceito de proteção, de preservação”, explica o diretor comercial da Hydronorth, Arnaldo Ribeiro da Cruz. “O novo foco da Hydronorth é justamente mostrar ao consumidor que entendemos estes anseios e trabalhamos para atendê-los dentro desta sua necessidade primordial de maneira eficaz.”Mas a aproximação com o consumidor final não depende apenas desta compreensão. A linguagem utilizada no comércio de tintas imobiliárias é um dialeto impossível para o comprador comum, que se refugia nas orientações do pintor e (ou) do vendedor. “E não podemos nos basear apenas nas informações destes profissionais para elegermos o produto mais adequado à nossa necessidade”, contemporiza o gerente de marketing, Fábio Munhoz. “A nova proposta da Hydronorth é oferecer informações práticas e diretas para falar a mesma língua da demanda.” Segundo Fábio, decodificando esta linguagem, existe a chance de criar consumidores objetivos, que foquem suas compras no que essencialmente precisam para reestruturar seus ambientes. “Mas não só o comprador final se beneficiará com esta nova estratégia. O pintor e o vendedor também terão mais respaldo para orientar seus clientes”, completa Arnaldo.
Para acompanhar o processo, as embalagens Hydronorth também serão apresentadas com nova roupagem. Elas não apenas mudam, como ficam mais didáticas e funcionais. “Contarão com informações simples e diretas explicando o que vai dentro e a função do produto em dois idiomas”, adianta Fábio. “As embalagens falarão a língua do consumidor, sem chance de ele levar para casa algo que não atenda sua real necessidade.”


